Era uma vez…

As histórias, principalmente as infantis, começavam assim: “Era uma vez…”, desse modo à imaginação começava a ser aguçada para o que viria a ser explicitado. Bom tempo! Havia mais silêncio, havia relacionamentos face-to-face, havia a conexão cotidiana e as pessoas se sentiam mais íntimas umas das outras.

Na atualidade com o avanço da tecnologia as comunicações são menos pessoais e mais distantes do olhar físico, bradando a interlocução através de intercâmbio distante do afeto pessoal e se espraiando pelas redes sociais.

Na atualidade a interação pelas redes sociais tem valor considerável para o progresso e para a interação entre as pessoas e os povos, de modo que a divulgação dos acontecimentos no cotidiano é rapidamente disseminada, em diferentes maneiras de acesso rápido e eficaz. Mas, ainda que a tecnologia esteja a favor dos povos, há um afastamento do encontro pessoal e afetivo que traz a sensação de falta de aconchego e amparo, o que era comum quando as pessoas tinham menos “aparelhos” para as comunicações, mas tinham mais próximo de si amigos para conversar e compartilhar as suas intimidades.

A vida segue resoluta, contudo não podemos perder a essência que nos faz irmãos em momentos difíceis e, até mesmo, nos momentos de júbilo.

Assim, há que se volver ao que nos faz sentir paz e harmonia, ao que nos faz sentir o afago e a segurança das amizades sinceras, irmanadas pelo amor incondicional.

Abraços do amigo, D.D. Home.

Espírito: Daniel Dunglas Home

Por: Cenira Pereira em, 09-11-2025.

 

 

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